Após a polêmica com o cantor sertanejo, Zezé Di Camargo, o SBT passou a ser alvo de uma campanha de boicote nas redes sociais. A alegação dos adeptos da extrema-direita é que a emissora, que havia se alinhado ao governo Bolsonaro durante o mandato do ex-presidente, teria “mudado de lado” para se aproximar do governo Lula e do Judiciário.
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A estratégia dos extremistas digitais foca na pressão sobre grandes anunciantes, como a Havan, de Luciano Hang, exigindo a retirada de patrocínios sob pena de boicote às próprias lojas. Em resposta, a presidente do SBT, Daniela Beyruti, defendeu a isenção da emissora, enquanto figuras como o apresentador Ratinho tentaram atuar como pontes para evitar uma debandada definitiva da audiência de direita.

“Submissão ao sistema”
Nas redes sociais (X, Instagram e grupos de Telegram), as frases que sintetizam o sentimento do movimento incluem: “O SBT virou o ‘SPT’. Silvio Santos deve estar se revirando no túmulo com essa submissão ao sistema”.
“Adeus, SBT! Quem dá palanque para o ‘descondenado’ e para o ‘Xandão’ não tem mais o meu controle remoto.”
“Luciano Hang, se você continuar financiando o canal da esquerda, nós vamos parar de comprar na Havan. Escolha o seu lado!”
“A família Abravanel vendeu a dignidade da emissora por verba publicitária do governo. O povo não esquece!”
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