Que o futebol é um ambiente absolutamente tóxico e, em alguns momentos, criminoso, todo mundo sabe, mas na noite de ontem (19), uma partida disputada entre Vasco (AC) e Velo Clube (SP) transformou a Arena da Floresta, em Rio Branco, no Acre, em um “palco macabro”.
O jogo, válido pela primeira fase da Copa do Brasil 2026, marcou a volta do goleiro Bruno a uma competição nacional após ser condenado por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal de Eliza Samudio, sua ex-companheira e mãe de seu filho.
Em 2013, o ex-jogador do Flamengo foi condenado a 22 anos e um mês de reclusão. Desde 2023, sua pena progrediu do regime semiaberto para a liberdade condicional. Desde então ele passou a circular por diversos clubes de futebol, entre eles Boa Esporte (MG), Poços de Caldas (MG), Rio Branco (AC), Atlético Carioca (RJ), Búzios (RJ) e União do Bom Destino (ES).
Deixando a partida no Acre ainda mais assustadora, atletas do Vasco (AC) posaram para a foto oficial exibindo as camisas de Lekinho, Serpa e Brian, acusados de estuprar duas mulheres no alojamento do clube, na última sexta-feira (13). O trio teve expedida prisão temporária.
Após tantos absurdos, pelo menos o time acreano perdeu nos pênaltis, por 3×2, e foi eliminado da competição.
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