O ano de 2025 foi o mais mortífero para os jornalistas, segundo relatório da Organização não-Governamental (ONG) Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), divulgado nesta quarta-feira (25). De acordo com os dados, o longo de todo ano passado, 129 profissionais de imprensa morreram no exercício da profissão.
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Trata-se do maior número de mortes já documentado pelo comitê desde que a organização começou a fazer esses registros, há mais de três décadas.
Dois terços destas mortes, ou 86 delas são atribuídas às Forças de Defesa de Israel.
Dos 129 jornalistas assassinados em 2025, a maioria (104) ocorreu durante conflitos. Cinco países concentram 84% das mortes: Israel (86 profissionais de imprensa mortos), Sudão (9 mortes), México (6), Rússia (4), e Filipinas (3).
A maioria esmagadora dos casos se refere a vítimas palestinas. No relatório, o Comitê lembra que “os conflitos armados atingiram níveis históricos em todo o mundo”, assim como os assassinatos de jornalistas que alcançaram “um recorde sem precedentes”.
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