Mais um capítulo da teia de relações e negócios nebulosos que envolve o pré-candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ) e o escândalo do Banco Master veio à tona nesta sexta-feira (24). Segundo reportagem do Estadão, a Copenhagen Consultoria – investigada pela Polícia Federal por receber R$ 58 milhões do bando de Daniel Vorcaro entre 2024 e 2025 — não funciona no endereço registrado na Receita Federal.
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Oficialmente a Copenhagen alegou ter sede no mesmo conjunto comercial da Contábil Corrêa, em São Caetano do Sul (região metropolitana de SP). O endereço, porém, abriga apenas a contabilidade. Ambas pertencem ao empresário Rogério Lourenço Novo, que não foi localizado por supostamente estar de férias. A suspeita é de que a Copenhagen seria apenas uma empresa de fachada para mascarar a lavagem de dinheiro do esquema do Master.
Na quarta-feira (22), o Portal Metrópolis revelou que o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro emitiu e posteriormente cancelou R$ 1 milhão em notas fiscais para a Copenhagen, além de ter faturado outros R$ 500 mil para a Contábil Corrêa por serviços de “assessoria jurídica”.
Em vídeo, o senador confirmou ter prestado serviços advocatícios legais e privados para a Contábil Corrêa, mas não detalhou quais foram as atividades, como conheceu o empresário ou os motivos que o levaram a cancelar os R$ 1 milhão em notas emitidas para a consultoria. É mais um capítulo mal explicado das ligações de Flávio Bolsonaro e seu irmãozão Vorcaro.
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