Skip to content Skip to footer

Deputado critica fim do 6×1 e diz que mais tempo livre pode levar ao “mal”

O debate sobre o fim da jornada de trabalho no modelo 6×1 ganhou novos contornos após declarações do presidente do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira (SP). Em conversa com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o parlamentar manifestou preocupação com o avanço da proposta de emenda à Constituição que prevê a redução da carga semanal.

Para Pereira, a mudança pode impactar diretamente a competitividade das empresas brasileiras, sobretudo em um cenário de forte disputa internacional. Ele avalia que o país já enfrenta custos elevados nas áreas trabalhista, tributária e burocrática, o que, na visão dele, coloca o setor produtivo em desvantagem frente a economias mais dinâmicas e a mercados como o chinês.

O deputado também citou o contraste com nações europeias de alta renda, onde experiências de redução de jornada ocorreram em contextos econômicos mais robustos.

Outro ponto levantado por ele diz respeito ao momento político. Em ano eleitoral, a votação de um tema considerado sensível pode gerar pressões adicionais sobre os parlamentares. Segundo o dirigente partidário, há o risco de que o debate seja contaminado por cálculos eleitorais, dificultando uma análise técnica da proposta.

Pereira ainda questionou os possíveis efeitos sociais da ampliação do tempo livre, defendendo que o trabalho está diretamente ligado à geração de prosperidade. Embora reconheça a importância do descanso, pondera que a mudança precisa ser analisada com cautela para evitar consequências indesejadas.

Bookmark

Continue lendo

Manifesto contra retorno das bets ultrapassa 1 milhão de assinaturas antes de audiência no STF

Um abaixo-assinado pela manutenção da proibição das apostas online no Brasil ultrapassou 1 milhão de adesões nesta terça-feira (3), poucas horas antes de o Supremo Tribunal...

Política, Saúde 02 nov 2026

Cortes na ajuda internacional geram escassez global de remédios e testes de HIV

A redução de repasses e ajuda humanitária internacional, principalmente por parte do governo dos Estados Unidos, provocou uma crise no abastecimento de insumos preventivos e terapêuticos...

Deixe seu comentário

Usamos cookies para melhorar sua experiência e analisar o tráfego. Veja a Política de Privacidade.