O desempenho da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 segue rendendo reconhecimento internacional. Após garantir a classificação às oitavas de final com uma vitória de virada sobre o Japão, o Brasil alcançou, pela primeira vez nesta edição do torneio, o terceiro lugar no ranking diário elaborado pelo The Athletic, braço esportivo do The New York Times. A atualização foi divulgada na terça-feira (30) e reflete a evolução da equipe comandada por Carlo Ancelotti ao longo da competição.
A publicação destacou que a principal mudança no desempenho brasileiro ocorreu justamente no setor que mais despertava dúvidas antes do Mundial: o meio-campo. Segundo a análise, os jogadores da posição foram determinantes para a reação diante dos japoneses.
Casemiro marcou o gol que recolocou a equipe no jogo, enquanto Bruno Guimarães participou da jogada que terminou com o gol decisivo de Gabriel Martinelli, já nos acréscimos da partida disputada em Houston.
O veículo também ressaltou a postura da seleção durante o confronto, apontando que o Brasil conseguiu acompanhar o ritmo intenso imposto pelo Japão e demonstrou força ofensiva suficiente para confirmar a vaga na próxima fase. Agora, a equipe aguarda a definição entre Noruega e Costa do Marfim para conhecer o próximo adversário.
A ascensão brasileira no ranking acompanha a sequência positiva na Copa. Depois de estrear com um empate diante do Marrocos e aparecer apenas na sexta posição da lista, a seleção embalou três vitórias consecutivas e passou a figurar entre as favoritas ao título.
No levantamento mais recente, apenas França e Argentina aparecem à frente do Brasil. O jornal atribui a liderança francesa ao desempenho de nomes como Kylian Mbappé, Désiré Doué e Ousmane Dembélé, enquanto a Argentina ocupa o segundo lugar impulsionada pela campanha perfeita na fase de grupos e pelo protagonismo de Lionel Messi.
O Top 10 elaborado pelo The Athletic reúne, nesta ordem, França, Argentina, Brasil, Espanha, Inglaterra, Marrocos, México, Colômbia, Noruega e Estados Unidos, indicando quais seleções chegam mais fortalecidas ao mata-mata da Copa do Mundo de 2026.
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