Skip to content Skip to footer

Menos da metade dos policiais do Bope e da Cora utilizaram câmeras corporais na megaoperação de Castro

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apontou que menos da metade dos policiais do Bope e da Core usaram câmeras corporais durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, em 28 de outubro, que resultou em 121 mortos e 113 presos.

Segundo o comandante do Bope, Marcelo Corbage, apenas 77 dos 215 agentes da tropa de elite da PM fluminense utilizaram o equipamento; na Core, o número foi de 57 dos 128 policiais. Em depoimento, os chefes das unidades afirmaram que não havia baterias sobressalentes para os equipamentos.

Um relatório técnico do MPRJ revelou indícios de mortes com características “fora do padrão de confronto”, observadas em necropsias realizadas no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto.

Um corpo apresentava lesões com características de disparo de arma de fogo à curta distância (…) Outro corpo possuía lesão produzida por projétil de arma de fogo à distância, porém apresentava, adicionalmente, ferimento por decapitação, produzido por instrumento cortante ou corto-contundente

dizia um trecho do relatório.

Os promotores recomendaram uma “análise minuciosa” das imagens gravadas pelas câmeras corporais, além do mapeamento do local dos tiroteios, para esclarecer as circunstâncias das mortes.

Bookmark

Continue lendo

Política 01 nov 2026

Lula mira centrão e prepara nova base para enfrentar a direita

Lula pretende dividir com os presidentes da Câmara e do Senado a articulação da base parlamentar para seu próximo mandato, condicionando ministérios ao apoio nas votações....

Deixe seu comentário

Usamos cookies para melhorar sua experiência e analisar o tráfego. Veja a Política de Privacidade.