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Moro e Guedes, então ministros de Bolsonaro, sabiam das fraudes no INSS

(Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Considerados “superministros” de Jair Bolsonaro em 2019, Paulo Guedes e Sergio Moro receberam denúncias sobre os roubos contra beneficiários do INSS enquanto estavam à frente das pastas da Economia e Justiça, respectivamente.

Em agosto de 2019, Moro recebeu um ofício da Secretaria de Justiça de paulista informado sobre os descontos irregulares. O documento foi assinado pelo ex-diretor executivo do Procon de São Paulo, Fernando Capez. Na época, o órgão afirmava ter registrado mais de 16 mil atendimentos relacionados a descontos irregulares em aposentadorias.

Além de Moro, o documento de Capez foi direcionado para o secretário Nacional do Consumidor, Luciano Timm, e para o ex-presidente do INSS Renato Vieira. O ex-diretor do Procon demonstrava “preocupação com os descontos abusivos realizados nos benefícios dos aposentados”. Entidades denunciadas por ele em 2019 seguiram atuando até 2024.

Já Paulo Guedes também foi avisado dos desvios em 2019. O primeiro requerimento pedindo esclarecimentos foi apresentado pelo deputado federal Fábio Schiochet (ex-PSL, atual União), do dia 25 de fevereiro daquele ano, por meio da primeira-secretária da Câmara dos Deputados.

Outro importante membro do Governo Bolsonaro a receber a denúncia dos roubos foi o então secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho (PL), que hoje é senador e faz parte dos membros da CPMI do INSS.

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Redação BFC

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