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Paraíso do Rock 2025 celebra 14 anos de diversidade musical e cultural em Paraíso do Norte, no Paraná

A imagem mostra Otto vestido com uma camiseta preta num fundo branco.
Otto. (Foto: Marcus Steinmayer)

De 16 a 18 de outubro, Paraíso do Norte, município com pouco mais de 14 mil habitantes no noroeste do Paraná, recebe a 14ª edição do Paraíso do Rock, um dos festivais independentes mais importantes do Sul do país, reunindo artistas do Brasil, Argentina e Uruguai, além de convidados do cenário literário. São três dias de programação gratuita, com shows, bate-papos, camping e estacionamento liberados.

Entre os destaques da programação estão nomes como Otto; Lucio Maia; e o projeto paraense Felipe e Manoel Cordeiro. Também se apresentam a banda argentina Lucho al Ataque e os uruguaios Buitres; o grupo feminino paulista The Monic; os londrinenses Búfalos d’Água; e a Guglielmi Blues Band, de Paranavaí.

Programação

O festival abre nesta quinta-feira (16), às 19h, na Casa da Cultura, com uma noite dedicada à música e à literatura. Os escritores e jornalistas Leonardo Vinhas e Jotabê Medeiros participam de um bate-papo sobre suas obras e lançam novos títulos: Vinhas apresenta O Evangelho segundo Odair, biografia de Odair José, e o pré-lançamento de Ira! e a revolução psicoacústica; Medeiros lança A Culpa é do Lou Reed e antecipa sua biografia sobre Luiz Gonzaga.

Na sequência, às 21h, a banda Combo Duarte, da região, se apresenta com um espetáculo que une performance, poesia e música inspirada nos personagens e histórias das obras apresentadas.

Buitres. Foto: Divulgação.

A festa do rock continua na sexta (17) e sábado (18), a partir das 22h, no CTG São Jorge, espaço que se tornou o coração do festival. O público poderá conferir shows de artistas nacionais e internacionais, em um ambiente que celebra o espírito comunitário e a liberdade criativa que marcam o evento desde sua origem.

Sobre o festival

Criado em 2008, o Paraíso do Rock nasceu de forma inusitada. No mesmo ano em que assumiu a prefeitura, Beto Vizzotto convidou a banda curitibana Terminal Guadalupe para tocar na festa de aniversário de seu filho. O sucesso do evento foi tanto que a celebração virou festival e nunca mais saiu do calendário cultural do município.

Com o tempo, o festival expandiu fronteiras e estilos. Apesar do “rock” no nome, o evento sempre buscou misturar sonoridades e promover o intercâmbio entre artistas do Norte e Nordeste do Brasil e dos países vizinhos. Ao longo dos anos, o palco de Paraíso do Norte recebeu nomes como Siba, Maciel Salu, Banda Eddie, Matanza, Nevilton, Buenos Muchachos, Molina y Los Cósmicos, Trotsky Vengarán, Deficiente, Valle de Muñecas, El Zombie, Bestia Bebé, Bidê ou Balde, Cachorro Grande, e até o australiano Jarrah Thompson.

Mais do que um evento musical, o Paraíso do Rock é um projeto comunitário. Todo o lucro arrecadado é revertido para o CEMIC (antiga Associação de Proteção à Maternidade e à Infância), que realiza atividades educacionais no contraturno escolar.

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Redação BFC

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