Senadores embarcam para os EUA tentando consertar “estrago” causado por Eduardo Bolsonaro ao Brasil
A expectativa dos senadores é suspender a taxação de 50% imposta ao País
A comitiva formada por senadores para tentar reverter o tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às exportações brasileiras provocado pela ação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), embarca nesta sexta-feira (24) para Washington.
As reuniões na estadunidense devem começar na segunda-feira (28) e se estender até quarta (30). A expectativa dos senadores é dialogar para ajudar a suspender a taxação de 50% imposta ao País, com início previsto para 1° de agosto.
“Não temos outra opção a não ser tentar voltar ao que era anteriormente. Muitos setores estão sendo prejudicados — indústria, Embraer, o agro, suco de laranja e carne. Isso realmente vai afetar a geração de emprego no Brasil, há muitas demissões previstas”
alerta o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que preside o grupo.
A expectativa é de que os senadores se reúnam primeiro com empresários dos dois países. No segundo dia da missão, os encontros devem ser com parlamentares estadunidenses.
- Não contente com tarifaço, Eduardo Bolsonaro sabota comitiva de senadores que vai aos EUA em busca de acordo
- Chantagem: Eduardo Bolsonaro ameaça Alcolumbre e Motta
- Café e carnes são os produtos brasileiros mais afetados pelo tarifaço de Trump
O anúncio das novas tarifas foi feito por Trump no último dia 9. O presidente norte-americano atribuiu a cobrança não só à balança comercial, mas também ao processo no Supremo Tribunal Federal que apura a responsabilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro na tentativa de golpe de estado após a derrota nas eleições de 2022.
“O comércio internacional não é e nem pode ser tratado como um campo de batalha ideológica ou partidária”
avalia Trad.
Além dele, integram a comitiva dois ex-ministros do governo Bolsonaro : Teresa Cristina (PP-MS) e Marcos Pontes (PL-SP) – e os os senadores Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo, Fernando Farias (MDB-AL), Esperidião Amin (PP-SC) Rogério Carvalho (PT-SE) e Carlos Viana (Podemos-MG).
BookmarkContinue lendo
Empresa de Willer Tomaz investigada pela PF repassou 17 milhões à Virginia
No ano em que a influenciadora digital, Virginia Fonseca, com 60 milhões de seguidores nas redes sociais, realizava propagandas para a Blaze, uma empresa de Willer...
BRB discute privatização e corte de 15% dos funcionários após escândalo Master
O BRB ainda sofre os resquícios da crise com o Master e tem discutido em seus bastidores um plano de privatização e corte do quadro de...
Delação de dono da Reag, investigado no caso Master, é homologada por Fachin
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, homologou a delação premiada de João Carlos Mansur, ex-dono da Reag. Investigado no caso do Banco Master —...
Rogério Marinho (PL) aposta em mobilização popular para garantir presidência do Senado
Nos bastidores do Partido Liberal (PL), aliados do senador Rogério Marinho (PL-RN), dizem precisar garantir apenas mais três votos para eleger o líder da oposição no...
MP eleitoral contestou 42 candidaturas por ligação com crime organizado
O Ministério Público (MP) Eleitoral questionou a validade de pelo menos 42 candidaturas em 10 estados brasileiros em razão de vínculo dos políticos com o crime...
Você viu todas as matérias.
Não foi possível carregar. Toque para tentar de novo.





