Após declarações de Flávio Bolsonaro (PL) de que já teria sido “estancada” não fosse esposa de Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro decidiu, por via das dúvidas, reforçar sua segurança. Segundo o jornal O Globo, a equipe que acompanha a ex-primeira-dama intensificou o esquema de proteção para seus deslocamentos, temendo um aumento do risco de hostilidades por parte de bolsonaristas radicais contra ela depois da entrevista do enteado ao Flow Podcast.
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“Não tem muita lógica, né? Ainda mais ela sendo a esposa do meu pai, que eu sempre respeitei. Que se não fosse certamente, né? Eu acho que não não teria chegado nesse ponto, a gente teria estancado antes”, afirmou o pré-candidato do PL sobre os vídeos divulgados pela madrasta dizendo ter sido maltratada e humilhada por ele em razão de divergências sobre a aliança com Ciro Gomes (PSDB) para o governo do Ceará.
As afirmações preocuparam os responsáveis pela segurança da ex-primeira-dama, que temem uma escalada de violência tanto virtual quanto real contra ela. Por precaução, foi aumentado o efetivo que acompanha Michelle, além de revisado os protocolos para aparições públicas. O temor é de que as agressões registradas nas redes sociais acabem estimulando ataques pessoais à ex-primeira-dama.
De acordo com O Globo, as declarações de Flávio acenderam “um sinal amarelo entre os responsáveis pela segurança”, em especial ao uso pelo enteado do termo “estancar”. O temor é que isso estimule extremistas a atacarem pessoalmente Michelle em eventos públicos.
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