Skip to content Skip to footer

MP-SP pede condenação de Renato Cariani por tráfico de insumos e lavagem de dinheiro; pena pode chegar a 51 anos

 

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu a condenação do empresário e influenciador fitness Renato Cariani pelos crimes de tráfico de insumos destinados à fabricação de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. O pedido foi apresentado nas alegações finais do processo, na quarta-feira (21), e divulgado nesta semana.

Segundo a acusação, Cariani participou de um esquema que desviou mais de 12 toneladas de produtos químicos para o narcotráfico. As substâncias eram destinadas à produção e adulteração de drogas, principalmente cocaína e crack. A denúncia aponta que a empresa Anidrol Produtos para Laboratórios, da qual Cariani é sócio, simulou ao menos 59 operações de venda para grandes farmacêuticas, emitindo notas fiscais em nome de companhias que jamais haviam encomendado os materiais .

A investigação começou em 2019, após a AstraZeneca comunicar às autoridades que não reconhecia operações comerciais registradas em seu nome pela Anidrol. A Polícia Federal deflagrou a Operação Hinsberg em dezembro de 2023, e Cariani se tornou réu em fevereiro de 2024. Ele responde ao processo em liberdade .

Caso a Justiça acolha integralmente o pedido do MP-SP, a pena pode variar de 16 anos e 4 meses a 51 anos e 8 meses de prisão, além de multas. O cálculo considera a associação para o tráfico, 59 episódios de tráfico de insumos e 59 de lavagem de dinheiro .

O MP também pediu a condenação de Fábio Spindola Mota e Rodrigo Gomes Pereira pelos mesmos crimes. Fábio seria o elo entre a empresa e os compradores de drogas, enquanto Rodrigo atuava na movimentação dos recursos ilícitos. A promotoria pediu a absolvição de Roseli Dorth, sócia de Cariani, e de Andréia Domingues Ferreira .

Bookmark

Continue lendo

Direito e Justiça 29 out 2026

Polícia identifica oito suspeitos de latrocínio de engenheiro espancado após ato pró-Lula em Santos

Segundo a corporação, dois dos identificados são maiores de idade, de 18 e 19 anos, e os outros seis são adolescentes: dois de 17 anos, três de 16 anos e um de 14 anos. O caso é investigado pelo 4º Distrito Policial de Santos, em conjunto com o 3º DP e a 3ª Delegacia de Homicídios.

Deixe seu comentário

Usamos cookies para melhorar sua experiência e analisar o tráfego. Veja a Política de Privacidade.