Nos últimos dias, a brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, usou as redes sociais para direcionar acusações ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e à primeira-dama, Melania Trump. As manifestações ocorreram na sequência da repercussão de um vídeo em que Melania rejeita qualquer associação com o financista Jeffrey Epstein, que morreu em 2019 enquanto respondia a acusações na Justiça americana.
Nas mensagens, publicadas na plataforma X, Amanda afirma ter convivido com o casal ao longo de duas décadas e ameaça tornar públicas informações que, segundo ela, comprometeriam ambos. Após a repercussão, as mensagens deixaram de estar disponíveis na plataforma, e o perfil da primeira-dama, Melania Trump, foi retirado do ar e arquivado.
O episódio ocorre em meio a disputas pessoais e judiciais envolvendo a ex-modelo. A brasileira manteve um relacionamento de quase duas décadas com o empresário italiano Paolo Zampolli, que atualmente ocupa funções vinculadas ao governo dos Estados Unidos.
Os dois enfrentam uma batalha judicial pela guarda do filho adolescente. Ela também acusa o ex-companheiro de violência doméstica e abuso sexual, alegações que teriam ocorrido durante o período em que viveram juntos em Nova York.
Em entrevistas recentes, Amanda relatou ainda ter tido contato indireto com Epstein no início dos anos 2000, quando afirma ter presenciado situações consideradas suspeitas em um voo que incluía diversas jovens. O nome de Zampolli aparece em documentos relacionados ao caso Epstein, assim como o da socialite Ghislaine Maxwell, condenada por envolvimento no esquema.
A ex-modelo também sustenta que foi alvo de ação da imigração americana durante o conflito judicial com o ex-marido, sendo detida e deportada em 2025.
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