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Após censurar pesquisa, Nunes Marques rejeita ação contra filme sobre Bolsonaro

Depois de censurar a pesquisa Atlas/Intel, que indicava a queda de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas intenções de voto para a Presidência, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, rejeitou, nesta sexta-feira (12), ação que denunciava o filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, como propaganda eleitoral antecipada nas eleições 2026.

O ministro concluiu que deputado federal Rogério Correia (PT-MG), autor da ação, não tem legitimidade para ajuizá-la. O parlamentar pediu a proibição imediata do lançamento do longa-metragem próximo ao período eleitoral. Segundo ele, a exibição pública do filme caracterizaria propaganda eleitoral antecipada de Flávio Bolsonaro.

Na semana passada, Nunes Marques acatou pedido da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, e proibiu a divulgação de pesquisa da Atlas/Intel que mostrava queda do pré-candidato do PL nas intenções de voto da disputa presidencial após a revelação de suas relações com o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, preso por comandar um dos maiores esquemas de fraudes financeiras da história.

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