Não satisfeita com as duas semanas de férias, a cúpula do Congresso decidiu prorrogar por mais sete dias o recesso parlamentar de julho. O retorno às votações, previsto inicialmente para esta segunda-feira (03), foi adiado para a próxima segunda (10).
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Com isso, também vão seguir “na gaveta” pautas importantes, como a PEC que acaba com a escala 6 X 1, à espera de uma decisão do Senado, e a proposta que criminaliza a misoginia, que segue dependendo de votação da Câmara Federal.
A redução da jornada foi aprovada pelos deputados federais em 27 de maio, mas não andou por decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que sequer encaminhou a proposta para receber parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Cada.
Já o PL da misoginia foi aprovado por unanimidade pelo Senado em março, e chegou a ter o regime de urgência pelos deputados, mas não chegou ao plenário.
Para agosto, está previsto um “esforço concentrado” entre os dias 10 e 14. Até a eleição, apenas mais uma semana de votações está definido, entre 31 de agosto e 3 de setembro.
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