A seleção da Bélgica não se contentou em aplicar uma goleada histórica nos Estados Unidos, um dos anfitriões da Copa, na vitória por 4 a 1, na segunda-feira (06), mesmo após Donald Trump ter conseguido no “tapetão”, a suspensão o cartão vermelho aplicado ao jogador Folarin Balogun na vitória sobre a Bósnia e Herzegovina. Pelas redes sociais, a Real Associação Belga de Futebol foi à forra em dose dupla.
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Primeiro com a mensagem “O nome é futebol”, com o termo “soccer” – como a modalidade é chamada nos Estados Unidos – riscado. Em outra publicação, a frase foi: “Revertam isso”, ironizando a liberação para Balogun ir a campo, mesmo depois da expulsão.
A polêmica maior ocorreu porque Trump, contatou o mandatário da Fifa, Gianni Infantino, pedindo exatamente a revisão da expulsão de Balogun. Trump afirmou, sem provas, que o brasileiro Raphael Claus, árbitro que mostrou o vermelho ao atacante, seria “muito suspeito”. A Bélgica entrou com recurso, que não foi acatado.
Com a bola rolando, Balogun, mesmo titular, pouco foi notado. Inflamada pelo clima extracampo, a Bélgica dominou. Na etapa final, Lukaku – que entrou no segundo tempo – deu números finais ao jogo. Na comemoração, o atacante imitou a dancinha de Trump, junto dos companheiros de seleção.
“Acho que sempre há justiça em algum lugar na vida. Você pode argumentar o quanto quiser, mas não achamos que tenha sido justo. E hoje, acho que isso nos trouxe um pouco de sorte”, disse o meia Nicolas Raskin, após a partida.
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