A Justiça da França liberou a líder da extrema-direita fascista e xenófoba do país, Marine Le Pen, a concorrer à Presidência, usando tornozeleira eletrônica. O Tribunal de Apelação condenou Le Pen a três anos de prisão pelo desvio de verbas do Parlamento Europeu, mas suspendeu dois anos da pena e permitiu que o ano restante seja cumprido em regime domiciliar com monitoramento eletrônico.
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A Corte também reduziu seu período de inelegibilidade para 45 meses com execução suspensa, abrindo legalmente o caminho para que ela dispute o Palácio do Eliseu em 2027, restando agora à líder política decidir se levará adiante sua campanha presidencial mesmo sob as restrições físicas da tornozeleira.
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