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Nada mudou: na “Papudinha” Bolsonaro não lê, não estuda e nem trabalha

Presidiário mais conhecido do País se negou a ler livros, estudar ou trabalhar mesmo que isso permitisse a remição da pena
Bolsonaro: relatório da PM atesta que presidiário não quer saber de esforço nem para reduzir a pena. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Preso na Papudinha desde 15 de janeiro, Jair Bolsonaro não quis mudar seus hábitos nem para reduzir sua pena de 27 anos e 3 meses. Relatório do Núcleo de Custódia Policial Militar (NCPM) encaminhado na sexta-feira (30) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, informou que até agora, Bolsonaro se negou a ler livros, estudar ou trabalhar mesmo que isso permitisse a remição da pena a que ele foi condenado por liderar a trama golpista.

O relatório foi elaborado a pedido de Moraes e descreve a rotina do ex-presidente na prisão. O ministro já havia autorizou que Bolsonaro buscasse a remição. A lei brasileira prevê atividades previstas como a leitura de livros, estudo e trabalho para obter o benefício.

O documento relata em detalhes o que o presidiário mais conhecido do País fez entre 15 e 27 de janeiro. Em todos esses dias, a informação é a mesma:

“REMIÇÃO POR LEITURA: Não houve”.

“ATIVIDADE LABORAL: Não houve”.

Ou seja, pelo menos em relação ao que nunca fez na vida, nada mudou na rotina de Bolsonaro.

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Ivan Santos

Jornalista com três décadas de experiência, com passagem pelos jornais Indústria & Comércio, Correio de Notícias, Folha de Londrina e Gazeta do Povo. Foi editor de Política do Jornal do Estado/portal Bem Paraná.

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