Levantamento CNT/MDA divulgado nesta terça-feira (16) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou sua vantagem nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, consolidando a liderança nos cenários avaliados pelo instituto.
A pesquisa aponta que o petista cresceu tanto nas simulações de primeiro quanto de segundo turno e abriu distância maior sobre o senador Flávio Bolsonaro, principal adversário testado pelo instituto. O estudo foi realizado entre os dias 10 e 14 de junho, com entrevistas em diversas regiões do país.
Na simulação de segundo turno realizada pelo instituto, Lula alcança 49,3% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro soma 36,8%, mantendo o petista na liderança do cenário testado. A diferença entre os dois chegou a 12,5 pontos percentuais, crescimento expressivo em relação ao levantamento de abril, quando a vantagem do presidente era inferior a cinco pontos.
Na projeção para o primeiro turno, o atual chefe do Executivo também manteve a liderança. Na projeção para o primeiro turno, o presidente registra 41,8% das intenções de voto, à frente de Flávio Bolsonaro, que aparece com 28,2%.
A sondagem também avaliou outros possíveis concorrentes ao Palácio do Planalto, incluindo Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Joaquim Barbosa, Michel Temer, Renan Santos e Augusto Cury. Nenhum deles alcançou dois dígitos na pesquisa.
Os cenários de segundo turno avaliados pela CNT/MDA indicam que Lula venceria todos os adversários incluídos na pesquisa, mantendo vantagem consistente nas diferentes simulações realizadas pelo instituto.
Também foram avaliados os índices de rejeição dos possíveis candidatos. Michel Temer lidera nesse quesito, seguido por Flávio Bolsonaro e Lula. Entre os nomes avaliados, Caiado, Zema, Joaquim Barbosa, Renan Santos e Augusto Cury registraram percentuais menores de rejeição.
A sondagem também apontou avanço na percepção positiva sobre o governo federal. Segundo os dados, 35,3% dos entrevistados avaliam a gestão de Lula como boa ou ótima, percentual ligeiramente superior aos 34,3% que a classificam como ruim ou péssima. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores entre os dias 10 e 14 de junho, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.
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