Flávio Bolsonaro foi eleito pela primeira vez para um cargo público em outubro de 2002, de deputado estadual do Rio de Janeiro (RJ), aos 21 anos de idade. Político precoce, nunca havia tido nenhuma atividade profissional até então, e continuou não tendo nas décadas seguintes.
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Na época, ele ainda estava no penúltimo ano do curso de Direito da Universidade Cândido Mendes (UCAM). O máximo de “experiência” profissional que havia tido na vida era como estagiário na área jurídica.
Trabalho mesmo, com carteira assinada e escala 6 X 1, como os cidadãos comuns, é algo que Flávio Bolsonaro simplesmente não conhece. Ele se formou em 2003, já exercendo o seu primeiro mandato como deputado na Assembleia Legislativa do RJ.
Chocolate e rachadinha
Fora isso, o único registro de atividade profissional de Flávio Bolsonaro é a de empresário dono de uma loja de chocolates em um shopping no RJ, que, segundo investigação do Ministério Público do RJ, recebeu R$ 1,6 milhão depositados em dinheiro vivo.
De acordo com a apuração, a loja, na verdade, era usada para “lavar” o dinheiro desviado dos salários dos assessores do gabinete de Flávio na Assembleia do RJ, no esquema conhecido como “rachadinha”, operado por seu chefe de gabinete, Fabrício Queiroz.
Esse mesmo político que nunca trabalhou antes na vida agora é contra o fim da escala 6 X 1 para os trabalhadores brasileiros, proposta que ele classifica como “populista” e demagógica.
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