Skip to content Skip to footer

Brasil se une e arrecada R$ 1,5 milhão em vaquinha para mãe de Ana Clara

Uma campanha de arrecadação promovida pelo projeto Revelando conseguiu reunir R$ 1,5 milhão na terça-feira (27) para ajudar Cristiane Gomes da Silva, mãe de Ana Clara Gomes Machado, morta aos cinco anos durante uma operação policial em Niterói, no Rio de Janeiro. A mobilização contou com aproximadamente 15 mil doadores e atingiu o valor estabelecido em menos de cinco horas.

Cristiane enfrenta dificuldades financeiras e atualmente vive em uma residência cedida por terceiros, situação que motivou a iniciativa. Os recursos permitirão a compra de um imóvel, a criação de uma reserva financeira para seu filho Pedro e o custeio de atendimento psicológico à família.

A arrecadação começou no início da tarde e rapidamente ultrapassou as expectativas dos organizadores, que decidiram elevar a meta inicial. Parte do dinheiro também será destinada a uma rede de apoio a mulheres vítimas de violência, enquanto a prestação de contas deverá ser divulgada posteriormente.

Ana Clara morreu em fevereiro de 2021, após ser atingida por um disparo de fuzil enquanto brincava com o irmão na comunidade do Monan Pequeno, em Niterói. O policial militar Bruno Dias Delaroli foi denunciado por homicídio qualificado, mas contesta a acusação e ainda aguarda julgamento.

O caso ganhou repercussão após a divulgação de um documentário que abordou a participação de Flávio Bolsonaro na defesa judicial do policial. O senador atuou em um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça para evitar o julgamento pelo Tribunal do Júri, tentativa rejeitada em 2024.

A história também ganhou destaque no debate presidencial da TV Globo, quando Cristiane acompanhou um confronto entre Lula e Flávio sobre segurança pública. Na ocasião, o então candidato do PL confundiu o nome da mãe com o da menina morta, provocando uma reação imediata da plateia.

Bookmark

Continue lendo

Notícia 29 out 2026

MP-SP pede condenação de Renato Cariani por tráfico de insumos e lavagem de dinheiro; pena pode chegar a 51 anos

Segundo a acusação, Cariani participou de um esquema que desviou mais de 12 toneladas de produtos químicos para o narcotráfico. As substâncias eram destinadas à produção e adulteração de drogas, principalmente cocaína e crack. A denúncia aponta que a empresa Anidrol Produtos para Laboratórios, da qual Cariani é sócio, simulou ao menos 59 operações de venda para grandes farmacêuticas, emitindo notas fiscais em nome de companhias que jamais haviam encomendado os materiais .

Deixe seu comentário

Usamos cookies para melhorar sua experiência e analisar o tráfego. Veja a Política de Privacidade.